domingo, 13 de dezembro de 2009

EUCALIPTO SECA E EMPOBRECE O SOLO? MITO OU VERDADE?

O que será verdade e o que será mentira, o eucalipto seca ou empobrece mesmo o solo? Oferecemos em primeira mão alguns links para pesquisa e um vídeo sobre o tema... Mitos ou verdades? Confiram!

Este tópico é uma homenagem ao colega Reginaldo Gomes Borges (FOTO)...

Espero que esclareça duvidas...
ASSISTA O VIDEO NO FINAL DA POSTAGEM!

Para esclarecer, também segue alguns links para pesquisa...
http://www.ipef.br/hidrologia/eucaliptosecaosolo.asp
http://www.celuloseonline.com.br/imagembank/Docs/DocBank/dc/dc009.pdf
http://www.carlosabe.com/component/content/article/79.html
http://www.manejoflorestal.org/noticia_print.cfm?id=132267

Meu ponto de vista:
Os benefícios da plantação de eucaliptos em uma propriedade rural são muitos, sendo um dos mais importantes a redução da necessidade de desmatamento das florestas naturais, colaborando em grande escala para minimizar o aquecimento global.
O sistema agrossilvipastoril, combinação de árvores, cultura agrícola e animais numa mesma área ao mesmo tempo ou de forma seqüencial, sendo manejados de forma integrada, é uma alternativa viável para o uso consciente da terra.
O plantio de árvores em pastagens pode resultar em vários benefícios para os componentes do ecossistema: clima, solo, micro-organismos, plantas forrageiras, seqüestro de CO2 da atmosfera e animais. Do ponto de vista econômico, social e ambiental, a produção de eucalipto pode melhorar o bem estar e da qualidade de vida do produtor, com a agregação de valor econômico na propriedade rural através da exploração da madeira, do melhor desempenho produtivo e reprodutivo dos animais e da conservação dos recursos naturais do ecossistema.
Assim como qualquer outra cultura, a produção de eucalipto requer alguns cuidados na hora do plantio, sendo necessário avaliar dados importantes e relevantes para o planejamento, como a definição da área, aspectos legais, definição do plano de manejo e procedimentos silviculturais. Após o plantio, o produtor deverá monitorar a área periodicamente, controlando as pragas, ervas daninha e irrigando na falta de chuvas.
Postem comentários...
Abraços!

Márcio Dias
Adm Blog


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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

O que está em jogo na cúpula de Copenhague

Entenda quais são as principais questões que serão debatidas na conferência mundial do clima – e o que o Brasil tem a ver com isso
Por Aline Ribeiro e Edson Porto, de Copenhague*
Poucos lugares seriam mais apropriados para discutir um futuro acordo sobre mudanças climáticas do que a bela Copenhague.Com suas ruas dominadas por ciclistas e turbinas de vento visíveis de diferentes pontos, a capital dinamarquesa é uma das cidades mais comprometidas em transformar a maneira como o mundo gera e consome energia. Talvez uma das poucas regiões ainda mais adequadas para a reunião seria o coração da selva amazônica. Primeiro porque o futuro das florestas tropicais é um dos temas mais importantes em discussão; segundo porque, tudo indica, a reunião, que acontecerá entre os dias 7 e 18 de dezembro, será uma das mais inóspitas, quentes e complexas que já aconteceram sobre o tema.

Um acordo em Copenhague tem sido tratado como uma questão urgente por diferentes razões. De um lado, os dados científicos apontam com crescente precisão que o planeta está se aquecendo por causa da ação humana. De outro, o Protocolo de Kyoto, tratado mundial criado em 1997 para tentar conter esse aquecimento, tem data para expirar: o ano de 2012. Outro complicador: segundo cálculos da consultoria McKinsey, 77% da infraestrutura de energia que será usada em 2030 deverá começar a ser construída nos próximos anos, e o que acontecer em Copenhague poderá definir se esses investimentos serão feitos em tecnologias limpas ou não. “Temos uma janela estreita de tempo para tomar as decisões”, afirmou Peter Sutherland, presidente da British Petroleum, durante um evento na Dinamarca, em outubro, para discutir o assunto.

As negociações em torno de um novo acordo do clima já estão ocorrendo há dois anos e envolvem uma grande gama de questões técnicas. Mas os debates mais importantes – e que podem levar a um colapso das conversações – giram em torno de dois temas interligados: limite de emissões e dinheiro. “A grande discussão que está na mesa é sobre a imposição de metas de emissões de carbono para os países e de mecanismos para financiar as reduções”, afirma Tom Brookes, analista da European Climate Foundation (ECF), um dos grupos técnicos mais ativos nas discussões sobre Copenhague.

DINHEIRO

A principal razão para que as negociações sobre o clima sejam tão delicadas é relativamente simples: elas podem mexer muito com a economia e a vida das empresas. “Copenhague discutirá o futuro das nossas economias, se vamos ou não embarcar em um novo período de dinamismo, inovação, criatividade e investimentos em crescimento de baixo carbono”, disse o britânico Nicholas Stern a Época NEGÓCIOS. Stern é o autor do mais respeitado estudo econômico sobre os custos e as consequências das mudanças climáticas.

O efeito estufa, responsável pelo aumento da temperatura global, é resultado da emissão de gases (o principal é o gás carbônico) que estão na base da economia mundial. Emite-se carbono para fazer uma gama enorme de produtos e também no transporte e na geração de boa parte da energia consumida no planeta hoje. Segundo os cientistas do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), o órgão da ONU que reúne os maiores especialistas do mundo no assunto, essas emissões precisam ser drasticamente reduzidas caso se queira evitar que severas alterações no clima afetem a vida de milhões de pessoas nas próximas décadas.

Para impedir que o planeta aqueça, na média, mais do que dois graus Célsius neste século, calcula o IPCC, é preciso que as emissões totais de carbono atinjam o pico nos próximos dez ou 15 anos e caiam entre 50% e 80% até 2050. Realizar uma transformação econômica tão profunda vai mexer com as economias e custar caro. Segundo a European Climate Foundation, com base nas recomendações da ONU, será preciso investir até US$ 100 bilhões por ano na próxima década. Esse dinheiro é necessário tanto para ajudar a mudar a estrutura produtiva e energética atual como para auxiliar as nações mais pobres a se adaptarem às alterações climáticas.

Segundo a consultoria McKinsey, o custo da mudança pode ser bem maior (quase US$ 800 bilhões apenas em 2020), mas as transformações também apresentam grandes oportunidades. “Muitos setores podem ganhar dinheiro com os investimentos agora e outros podem se beneficiar no futuro”, afirma Jeremy Oppenheim, diretor global da Iniciativa Especial sobre Mudanças Climáticas da McKinsey. Em um longo estudo sobre o assunto, a consultoria afirma que, embora as transformações necessárias possam custar até 1% do PIB mundial por um bom tempo, elas têm o potencial de promover crescimento e empregos no longo prazo.

Fonte: Revista ÉPOCA

Precisamos Educar Para Uma Vida Sustentável

video


Qual é a sua opnião, o planeta consegue depois de tantas agressões?
O nosso blog gostaria de saber qual é a visão...

"O comentário é mais que uma reflexão é uma atitude..."

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

O IMPORTANTE NÃO É O QUE VOCÊ TEM NA VIDA, MAS QUEM VOCÊ TEM NA VIDA

Aqui sua companheira foi machucada e a condição é fatal, ela foi atropelada por um carro enquanto voava baixo em uma rua...

Aqui ele traz comida para ela e a atende com amor e compaixão...


E troxe comida novamente, mas ficou chocado ao encontrá-la morta... Tentou move-la. Um esforço raro mas demosntra su carinho e amor...



Aqui ele percebe e reconheçe que sua companheira está morta e que nunca mais voltará para ele... Ele chora desesperado pela sua amada...


Permaneceu tristemente ao seu lado em sua morte...


Finalmente consciente de que ela não retornaria jamais... Permaneceu ao lado do seu corpo com trsiteza...

Milhões de pessoas choraram depois de ver estas fotos .
Dizem que o fotografo vendeu estas fotos por um valor nominal ao mais famoso jornal da França;
Todas as cópias do jornal foram vendidas no dia em que estas fotos foram publicadas.
E muitas pessoas pensam que os animais não tem cérebro ou sentimentos!!

A HUMILDADE É O MAIOR DEGRAU DA SABEDORIA.
QUEM LÊ, VÊ A VIDA COM OUTROS OLHOS.
TRATE OS DEFEITOS DOS OUTROS COM A MESMA CONSIDERAÇÃO QUE LIDA COM OS SEUS.

O MELHOR AMIGO É AQUELE QUE NOS FAZ SER MELHOR DO QUE JÁ SOMOS.

A VERDADEIRA AMIZADE É AQUELA QUE O VENTO NÃO LEVA E A DISTÂNCIA NÃO SEPARA .
VALE A PENA REFLETIR!!!
Abraços!!!
Márcio Dias
ADM BLOG




sexta-feira, 27 de novembro de 2009

VASSOURAS DE GARRAFAS PET - Aprenda como fazer Passo a Passo

Aproximadamente em 1988 a garrafa descartável feita com polietileno tereftalato – ou PET, como conhecemos – surgiu como opção leve e barata para substituição das pesadas e de alta manutenção, garrafas de vidro. Infelizmente, não foi lançada em conjunto com as embalagens uma solução para o recolhimento e reutilização das mesmas, muito menos reciclagem.

O Brasil produz anualmente cerca de 3 bilhões de garrafas PET, um produto 100% reciclável, mas o volume de reciclagem atualmente beira os 50%. Isso significa na prática que pelo menos 1 bilhão e meio de plástico não-biodegradável é descartado no meio ambiente por ano, o que significa algumas centenas de anos para absorção na natureza.

Ideias simples podem ajudar o meio ambiente como mostrado neste video. Aprenda como fabricar vassouras partir de garrafas PET...

O PLANETA LHE AGRADEÇE!!!

PENSE NISSO!!!



video

Comente esta POSTAGEM!!!

Abraços!

Márcio Dias

ADM BLOG

sábado, 14 de novembro de 2009

ISO 14001 NAS EMPRESAS - SGA

Olá Pessoal Segue um material muito bom sobre Sistemas de Gestão Ambiental

Espero que complemente o conhecimento de vocês, no final tem um link bacana de uma entrevista com uma consultora do SEBRAE... Confiram!!!


OBS:Para comentar sobre o tema basta selecionar a opção anônimo e escrever o seu comentário, apos confirme e tudo pronto!!!!



A ISO 14000 – Sistema de Gestão Ambiental – Especificações com Guia para uso, estabelece requisitos para as empresas gerenciarem seus produtos e processos para que eles não agridam o meio ambiente, que a comunidade não sofra com os resíduos gerados e que a sociedade seja beneficiada num aspecto amplo.
Então, para a empresa obter um certificado ISO 14000, ou melhor, certificado ISO 14001, é necessário
que atenda as seguintes exigências:

1 – Política ambiental
A direção da empresa deve elaborar uma Política Ambiental que represente seus produtos e serviços, que seja divulgada entre os funcionários e a comunidade. E que a direção demonstre que está comprometida com o cumprimento dessa política.
Deve obter o cumprimento legal e buscar o melhoramento contínuo do desempenho ambiental da
empresa.

2 – Aspectos ambientais
A organização precisa ter procedimentos que permitam identificar, conhecer, administrar e controlar os
resíduos que ela gera durante o processamento e uso do produto: Emissões Atmosféricas, Efluentes
Líquidos e Resíduos Sólidos.


3 – Exigências legais
A empresa deve desenvolver uma sistemática para obter e ter acesso a todas as exigências legais
pertinentes a sua atividade. Essas exigências devem ficar claras à direção da empresa.
Os funcionários devem conhecer quais são essas exigências e quais as documentações necessárias para seu cumprimento.

4 – Objetivos e metas
A empresa deve criar objetivos e metas que estejam alinhados com o cumprimento da política ambiental que foi definida.
Esses objetivos e metas devem refletir os aspectos ambientais, os resíduos gerados e seus impactos no meio ambiente. Também deve considerar exigências legais e outros aspectos inerentes ao próprio negócio.

5 – Programa de gestão ambiental
A organização deve ter um programa estruturado com responsáveis pela coordenação e implementação de ações que cumpram o que foi estabelecido na política ambiental e as exigências legais, que atinjam os objetivos e metas e que contemplem o desenvolvimento de novos produtos e novos processos.
Este programa deve, inclusive, prever ações contingenciais, associadas aos riscos envolvidos e aos
respectivos planos emergênciais.

6 – Estrutura organizacional e responsabilidade
O Programa de Gestão Ambiental deve integrar as funções dos funcionários da empresa, através da
descrição de cargos e funções relativas à questão ambiental.
A empresa deve possuir um organograma que demonstre que suas inter -relações estão bem definidas e comunicadas em toda a empresa.
A direção da empresa deve definir um ou mais profissionais para que seja o representante dos assuntos específicos da Gestão Ambiental.

7 – Conscientização e treinamento
O programa de Gestão Ambiental deve prover treinamento aos funcionários com atribuições na área
ambiental, para que estejam conscientes da importância do cumprimento da política e objetivos do Maio Ambiente, das exigências legais e de outras definidas pela empresa.
O treinamento também deve levar em consideração todos os impactos ambientais reais ou potenciais
associados as suas atividades de trabalho.

8 – Comunicação
A empresa deve possuir uma sistemática para enviar e receber comunicados relativos às questões
ambientais para seus funcionários e a comunidade.

9 – Documentação do Sistema de Gestão Ambiental
A empresa precisa ter um Manual dos Sistema de Gerenciamento Ambiental que contenha as exigências ambientais da empresa.

10 – Controle de documentos
A empresa deve manter um sistema bem parecido com o controle de documentos da ISO 9000, ou seja, procedimentos para que todos os documentos sejam controlados e assinados pelos responsáveis, com acesso fácil aos interessados, para manter atualizados, identificados, legíveis e armazenados adequadamente. Os documentos obsoletos também devem ser retirados do local para evitar uso indevido.

11 – Controle operacional
A organização precisa ter procedimentos para fazer inspeções e o controle dos aspectos ambientais,
inclusive procedimentos para a manutenção e calibração dos equipamentos que fazem esses controles.

12 – Situações de emergência
A empresa deve possuir procedimentos para prevenir, investigar e responder a situações de emergência.
Também deve ter planos e funcionários treinados para atuar em situações de emergência.

13 – Monitoramento e avaliação
A organização deve ter um programa para medir o desempenho ambiental através da inspeção das
características de controle ambiental e calibração dos instrumentos de medição para que atendam aos
objetivos e metas estabelecidos.

14 – Não conformidade, ações corretivas e ações preventivas
A empresa deve definir responsáveis com autoridade para investigar as causas das não-conformidades
ambientais e tomar as devidas ações corretivas e preventivas.

15 – Registros
A organização precisa arquivar todos os resultados de auditorias, análises críticas relativas as questões ambientais. O objetivo de ter esses registros é mostrar e provar, a quem quer que seja, que a empresa possui um Sistema conforme o que é exigido pela norma.

16 – Auditoria do Sistema da Gestão Ambiental
A organização precisa ter um programa de auditoria ambiental periódica e os resultados das auditorias
devem ser documentados e apresentados à alta administração da empresa.

17 – Análise crítica do Sistema de Gestão Ambiental (SGA)
Baseado nos resultados da auditoria do SGA, a organização deve fazer uma análise crítica do Sistema de Gestão Ambiental e as devidas alterações, para que atenda as exigências do mercado, clientes,
fornecedores e aspectos legais, na busca da melhoria contínua.

Fontes: http://www.sfiec.org.br/ e ABNT





Segue o link, vale a pena conferir!!!

http://www.youtube.com/watch?v=DbgJRei67E4



Abraços!!

Aguardo o seu comentário...

Márcio Dias
Administrador...

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

ENQUETE - "Problemas Ambientais Urbanos"

Quase metade da população mundial (47%) vive
em áreas urbanas, e espera-se que esse número cresça
2% ao ano entre 2000 e 2015 (United Nations Population
Division, 2001a). A aglomeração populacional,
os padrões de consumo, os padrões de deslocamento
e as atividades econômicas urbanas exercem
intensos impactos sobre o meio ambiente em
termos de consumo de recursos e eliminação de resíduos.
No entanto, as cidades também oferecem
oportunidades de se gerir o crescimento populacional
de forma sustentável.


NA SUA OPNIÃO QUAL É O PRINCIPAL PROBLEMA AMBIENTAL EM ÁREAS URBANAS?
E EM SUA CIDADE TEM ALGUM? FALE PARA NÓS...



VAMOS EXERCITAR...

DEIXE SEU COMENTÁRIO....




Abraços!

Márcio Dias
Administrador

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

A história das Coisas

Este vídeo mostra os problemas sociais e ambientais criados como consequência do nosso hábito consumista, apresenta os problemas deste sistema e mostra como ...

Segue o Link:

http://www.youtube.com/watch?v=lgmTfPzLl4E

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Introdução ao Controle da Poluição Atmosférica

Fonte: CETESB

1 – INTRODUÇÃO

A poluição do ar é um fenômeno recorrente principalmente da atividade humana em vários aspectos. Dentro os quais podemos destacar:
• Rápido crescimento populacional, industrial e econômico
• Concentração populacional e industrial
• Hábitos da população
• Grau de Controle (medidas adotadas para o controle da poluição)
Nossos três recursos naturais básicos (solo, ar e água) sempre foram capazes de diluir a concentrações aceitáveis de todas as substâncias neles lançados por processos naturais normais. Contudo, as emissões antropogênicas começam a ameaçar nosso planeta pelo esgotamento desta capacidade de autodepuração.
A decisão do ser humano de viver cada vez mais nos centro urbanos aumenta a quantidade de resíduos lançados, aumentando os níveis de poluição.
Tais fatos, associados à não solução concomitante dos problemas decorrentes do atendimento dessas necessidades naturais ou criadas, levou-nos aos grandes desafios q enfrentamos atualmente.
Devido a isso, para aumentar nossas chances de uma boa qualidade de vida, devemos:
• Minimizar a geração de resíduos
• Definir e aplicar formas corretas de tratamento e de disposição dos resíduos gerados
• Desconcentrar os grupos humanos e suas atividades econômicas poluidoras
Felizmente, o desenvolvimento tecnológico vem sofrendo alterações, pensando-se, cada vez mais, em submeter os novos processos e produtos a análises de custo/benefício (Análise de Ciclo de Vida do Produto) dentro da filosofia de se elaborarem processos e produtos de menor impacto ambiental.

Atmosfera é a denominação dada à camada de gases q envolve a Terra que se estende até a altitude de 9600 quilômetros e que é constituída principalmente de nitrogênio e oxigênio.
O maior interesse do aspecto poluição do ar estava relacionado com a troposfera, a camada que vai do solo até a altitude de cerca de 12 km. Mais recentemente, passou a ter interesse a ação de emissões antropogênicas sobre a estratosfera (12 a 50 km de altitude). Esse interesse se relaciona, principalmente, a camada de ozônio contida nessa área, e que serve de filtro de raios ultra-violetas, protegendo a Terra dos níveis indesejáveis dessas radiações.
A temperatura na troposfera, na sua condição normal, decresce com a altitude, fato esse importante para a diluição das substâncias lançadas no ar, uma vez que essa condição favorece a ascensão da poluição.
Processos naturais podem modificar essa condição, reduzindo ou diminuindo a taxa de decréscimo, chegando mesmo a inverte-lo, em geral por pouco tempo (algumas horas), ocasionando o fenômeno denominado Inversão Térmica, muito prejudicial à dispersão dos poluentes.
As unidades usualmente usadas para expressar a concentração de gases na atmosfera são o ppm (partes da substância por milhão de partes do ar) e o µg/m3 (micrograma da substância por metro cúbico de ar).

3 – POLUIÇÃO DO AR – DEFINIÇÃO

A poluição do ar pode ser definida como o resultado da alteração das características físicas, químicas e biológicas normais da atmosfera, de forma a causar danos ao ser humano, à fauna, à flora, aos materiais, ou restringir o pleno uso e gozo da propriedade, ou afetar negativamente o bem-estar da população.
Portanto, a poluição ocorre quando a alteração resulta em danos reais ou potenciais. Dentro desse conceito, pressupões-se a existência de níveis de referência para diferenciar a atmosfera poluída da atmosfera não poluída. O nível de referência sob o aspecto legal é denominado Padrão de Qualidade do Ar.
Na Resolução CONAMA nº 03 de 28/06/1990 estão descritas os padrões para todo o território nacional. Os poluentes considerados foram: partículas totais em suspensão (PTS), dióxido de enxofre (SO2), monóxido de carbono (CO), ozônio (O3), fumaça partículas inaláveis e dióxido de nitrogênio (NO2). Foram estabelecidos Padrões Primários, destinados à proteção da saúde púbica e Padrões Secundários, para proteção do meio ambiente em geral e do bem-estar da população, bem como os métodos de referência a serem utilizados nas medições.

4 – PRINCIPAIS POLUENTES ATMOSFÉRICOS

Poluente atmosférico é qualquer forma de matéria sólida, líquida ou gasosa e de energia que, presente na atmosfera, pode torná-la poluída.
Os poluentes atmosféricos podem ser classificados de acordo com:
• Estado Físico: Material Particulado; Gases e Vapores
• Origem: Poluentes Primários (emitidos já na forma de poluentes); Poluentes Secundários (formados na atmosfera por reações químicas ou fotoquímicas)
• Classe Química: Poluentes Orgânicos e Poluentes Inorgânicos
Material Particulado: As partículas sólidas ou líquidas emitidas por fontes de poluição do ar ou mesmo aquelas formadas na atmosfera, como as partículas de sulfato, são denominadas de material particulado, e quando dispersas no ar formam os chamados aerossóis. O tamanho das partículas de interesse da poluição do ar está na faixa de 0,01 a 100 micrômetros.
O material particulado pode ser classificado de acordo com o método de formação:
• Poeiras: Partículas sólidas, geralmente formadas por processos de desintegração mecânica (moagem, britagem, etc). As partículas formadas são geralmente não esféricas.
• Fumos: Partículas sólidas formadas por condensação ou sublimação de substâncias gasosas originadas da vaporização/sublimação de sólidos. A formação dos fumos é usualmente acompanhada de reações químicas (oxidação no caso de fumos metálicos).
• Fumaça: Partículas principalmente sólidas, usualmente vindas da combustão de combustíveis fósseis, materiais asfálticos ou madeiras. Contém fuligem, partículas líquidas e, no caso da madeira e carvão, uma fração mineral (cinzas).
• Névoas: Partículas líquidas produzidas por condensação ou por disperção de um líquido.

5 – FONTES DE POLUIÇÃO DO AR

As fontes de poluição são entendidas como qualquer processo natural ou artificial que possa liberar ou emitir substâncias para a atmosfera de forma a torna-la poluída.
Entre as fontes antropogênicas de poluição do ar podemos destacar:
• Processos e operações industriais;
• Queima de combustíveis;
• Queimadas;
• Incineração de lixo;
• Entre outros.
Alguns tipos de indústrias se caracterizam pela emissão principalmente de material particulado (como a mineração). Outras, pela emissão de gases e vapores (indústrias químicas e petroquímicas).

6 – EMISSÃO DE POLUENTES NA ATMOSFERA

Os poluentes lançados na atmosfera sofrem o efeito de processos complexos, que determinam a concentração do poluente no tempo e no espaço. Assim, a mesma emissão, sob as mesmas condições de lançamento no ar, pode produzir concentrações diferentes no mesmo lugar, dependendo das condições meteorológicas presentes (velocidade e direção dos ventos, umidade do ar, regime de chuvas, etc).
A topografia da região também exerce papel importante no comportamento dos poluentes. Fundos de vale são locais propícios para o aprisionamento dos poluentes, principalmente quando da ocorrência de inversões térmicas.
As chuvas influenciam a qualidade do ar de maneira acentuada sendo um importante agente de auto-depuração.

7 – EFEITOS DA POLUIÇÃO DO AR

Os efeitos da poluição do ar se caracterizam tanto pela alteração de condições consideradas normais como pelo aumento de problemas já existentes. Os efeitos podem ocorrer a nível local, regional e global.

Estes efeitos podem se manifestar na saúde, no bem estar da população, na fauna e flora, sobre os materiais, sobre as propriedades da atmosfera (Efeito Estufa, Chuva Ácida), etc.

A – MONÓXIDO DE CARBONO (CO)

Gás incolor, inodoro e insípido e é o poluente característico dos grandes centros urbanos.

Sua fonte principal são os veículos automotores, mas estão presentes em qualquer combustão (em maior ou menor quantidade), dependendo de sua qualidade. A presença de CO indica uma combustão incompleta.

Seu principal efeito é a redução da habilidade do sistema circulatório de transportes oxigênio, devido a sua maior afinidade pela hemoglobina do que o oxigênio, formando a carboxihemoglobina, ao invés da oxihemoglobina que leva oxigênio para os tecidos.

B – DIÓXIDO DE ENXOFRE (SO2 )

Gás incolor, que provém, principalmente da queima de combustíveis fósseis, que contém enxofre, que na combustão se transforma em óxido de enxofre, sendo estes, constituídos principalmente por SO2 .

É um gás irritante das vias respiratórias, e é capaz de produzir bronco-constrição.

C – DIÓXIDO DE NITROGÊNIO (NO2 )

Gás, cuja fonte principal de emissão é a combustão, onde o nitrogênio do combustível se associa ao oxig6enio do ar, nas altas temperaturas da câmara de combustão.

Os efeitos dizem respeito ao aumento da resistência à passagem de ar nas vias respiratórias, danos ao transporte normal de gases entre o sangue e os pulmões, etc.

D – HIDROCARBONETOS E OUTROS COMPOSTOS ORGÂNICOS VOLÄTEIS

Os hidrocarbonetos gasosos como um todo não causam preocupação com relação a efeitos diretos à saúde. Mas são importantes, de uma forma indireta, pois participam da reação fotoquímica, produzindo outros compostos agressivos como os aldeídos (aldeído fórmico e a acroleína). Esses compostos causam desde irritação dos olhos e vias respiratórias, até pneumonia e em altas concentrações, são compostos letais.

Alguns hidrocarbonetos e outros compostos orgânicos também causam impacto direto à saúde, como o benzeno, por exemplo. Esse composto provém principalmente da emissão de carros a gasolina, do armazenamento de gasolina, de refinarias de petróleo, do processo de produção e coque e de algumas indústrias químicas.

Seus efeitos a saúde estão relacionados com o processo de formação do sangue. Exposição prolongada pode resultar em redução substancial do número de células vermelhas.

E – OZÔNIO (O3) E OUTROS OXIDANTES FOTOQUÍMICOS

Os oxidantes fotoquímicos resultam de uma séria de reações químicas complexas que ocorrem na atmosfera, envolvendo principalmente hidrocarbonetos e é óxidos de nitrogênio, sob a ação de luz solar e em condições meteorológicas propícias (calmaria e inversão térmica). São constituídos principalmente de ozônio (maior quantidade) e aldeídos.

F – MATERIAL PARTICULADO (MP)

O material particulado presente na atmosfera é de origem diversificada e sua composição e concentração, dependem do período, local e hora considerados. E os efeitos à saúde dependem dessa composição e concentração.

As partículas de diâmetro menor que 10 micrômetros são as de maior interesse para à saúde, pois podem atingir os alvéolos pulmonares.

O material particulado, em presença de outros gases, exerce efeito sinérgico para alguns gases, como é o caso do dióxido de enxofre.

G – CHUMBO

Material particulado que ocorre com bastante freqüência nos centros urbanos. O chumbo é utilizado na produção de baterias eletroquímicas, como aditivo de gasolina, em pigmentos, etc. A concentração de chumbo nos centros urbanos está associada, principalmente, à emissão de veículos à gasolina, que usam chumbo como aditivo.

Felizmente no Brasil esse aditivo tem sido substituído pelo álcool etílico.

O chumbo se acumula nos ossos e tecidos moles, podendo causar anemia, danos ao sistema nervoso central, fadiga, convulsão, etc.

8 – CONTROLE DA POLUIÇÃO DO AR

O controle da poluição do ar envolve desde o planejamento do assentamento de núcleos urbanos e industriais e do sistema viário, até a ação direta sobre a fonte de emissão.

As medidas mais utilizadas para controlar esse tipo de poluição são:

Medidas Indiretas: ações que visam a eliminação, redução ou afastamento dos poluentes.
• Planejamento Urbano e Medidas Correlatas (Melhor distribuição espacial das fontes de poluição, melhoria do sistema viário, etc);
• Diluição Através de Chaminés Altas (Visando reduzir a concentração dos poluentes ao nível do solo);
• Medidas para Impedir a Geração dos Poluentes (Adotando medidas como substituição de combustíveis, matérias primas, e reagentes dos processos);
• Medidas para Reduzir a Geração dos Poluentes (Operar os equipamentos dentro de sua capacidade nominal, operar e manter adequadamente os equipamentos produtivos, etc).
Medidas Diretas: ações que visam reduzir a quantidade de poluentes lançados, através da instalação de equipamentos de controle.
• Classificação dos Equipamentos de Controle de Poluição do Ar (Na escolha os poluentes devem ser classificados em função do estado físico, e em seguida a classificação envolve diversos parâmetros como mecanismo de controle, uso ou não de água ou outro líquido, etc);
• Seleção de Equipamentos de Controle de Poluição do Ar (A seleção do equipamento de controle a ser utilizado deve ser precedida de análise de viabilidade técnica, econômica e de outros fatores específicos para a fonte em questão).
9 - SELEÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE CONTROLE DA POLUIÇÃO DO AR

A característica básica que influencia, em primeira instância, é a eficiência de coleta necessária para enquadrar a emissão da fonte nos padrões exigidos. A eficiência da coleta, para todos os tipos de coletores de material particulado, é dependente da distribuição do tamanho das partículas presentes no gás a ser tratado.
Há muitos fatores envolvidos na escolhe de um sistema de controle de poluição do ar, aqui, podemos uma seqüência para ser feita para essa escolha:
1. A empresa deve descrever a fonte a ser controlada, conhecer as exigências legais e se posicionar firmemente quanto as decisões que serão tomadas;
2. Há que caracterizar a emissão (tipo de poluentes emitidos, estimativa de emissão, características físicas e químicas, etc);
3. Avaliar as possíveis alternativas de redução de emissão;
4. Listar os métodos de controle possíveis e suas respectivas reduções, verificar se há restrições para aplicar algum destes métodos, consultar literatura de apoio;
5. Fazer uma seleção preliminar com as alternativas mais convenientes;
6. Realizar uma análise econômica, estimando so custos envolvidos para cada alternativa;
7. Para a seleção final é necessária a comparação entre as alternativas selecionadas previamente do ponto de vista técnico e econômico, para decidir qual será a mais conveniente para a fonte de emissão e empresa.

domingo, 11 de outubro de 2009

Idéia Luminosa - Lâmpadas de Água

Diante das Ações para conscientização e prática da Educação Ambiental, pode-se afirmar que a educação ainda é o melhor meio de conscientizar as pessoas de que o meio ambiente precisa de cuidados.
Estratégias devem ser adotadas para a sustentabilidade como, por exemplo, parcerias de intercâmbio de informações entre municípios e compromissos de cooperação com governos locais. Estes devem levar em conta, principalmente, as especificidades e as características particulares de cada localidade, de cada cidade, e planejar o que deve ser desenvolvimento sustentável em cada uma dessas localidades.

Segue um link abaixo. Veja um exemplo de boas práticas ambientais.


http://www.youtube.com/watch?v=QEME5RPNmZI



Esperamos que gostem!!!

DICAS DE ECONOMIA

Economia de Água


A água é fonte da vida e indispensável para a sobrevivência de qualquer ser vivo. A captação, o tratamento e distribuição de água são realizados pela empresa de saneamento local. Essa água é distribuída tanto para as áreas urbanas, como para as áreas industriais.
A atual crise de abastecimento de água promete se estender pelos próximos anos por quase todo o território brasileiro. Por isso é necessário aperfeiçoar o uso deste bem, através de redução do desperdício, mudança de hábitos de consumo e implementação de sistemas de economia. A água é um bem precioso e escasso que pode faltar na cidade, no estado, no país, no continente e no mundo. Não deixe acabar!

1. Reduza o tempo do seu banho. 10 minutos são mais que suficiente. Desligue o chuveiro para passar o xampu e o sabonete. Além de economizar água, você vai ajudar a diminuir também o consumo de energia elétrica.

2. Ao escovar os dentes ou fazer a barba, não deixe a torneira ligada o tempo todo. Abra a torneira apenas quando for enxaguar a boca ou o rosto.

3. Antes de lavar a calçada, varra bem para que o grosso da sujeira seja removido. Não utilize a mangueira. Encha um balde com água para lavá-la. Você vai economizar tempo e o efeito será o mesmo.

4. Para regar as plantas, utilize um regador. Faça isso no período da manhã ou ao entardecer quando o sol não está tão forte e a evaporação é menor.

5. Na cozinha, quando for lavar a louça, abra a torneira só quando for enxaguá-la.
6. Seu carro não precisa tomar banho todo dia como você. Deixe para lavar seu veículo nos finais de semana. Utilize um balde ao invés da mangueira.

7. Verifique regularmente as pias, privadas descargas, válvulas, caixa d'água, tubulações e torneiras.

8. Verifique sua caixa-d'água. Se ela estiver vazando, é sinal de que a bóia está com defeito e precisa ser trocada.

9. Quando verificar vazamentos de água nas ruas da cidade, ligue para o Serviço de Abastecimento e comunique o fato.



Economia de Energia Elétrica


A geração de energia, no Brasil, está baseada na produção pelas usinas hidrelétricas, que dependem da água dos rios para o seu funcionamento. O aumento no consumo de energia implica na necessidade de criação de novas usinas para suprir esta demanda.

As construções de usinas sempre implicam no alagamento de extensas áreas e conseqüentemente na destruição da natureza, gerando impactos para fauna e a flora, e também para os moradores das localidades onde as mesmas serão construídas. Assim, economizando energia, você está poupando o meio ambiente. Pense nisso!

Veja algumas dicas para a Economia de Energia Elétrica:

CHUVEIRO ELÉTRICO

•É um dos equipamentos que mais consome energia.
•Evite seu uso no horário de pico (18 às 21h).
•Nos dias quentes, deixe a chave na posição “verão”.
•Feche a torneira ao se ensaboar.
•Limpe periodicamente os orifícios de saída de água.
•Use somente resistências originais. Evite adaptações.

TELEVISÃO

•Desligue a TV se não tiver ninguém assistindo.
•Evite dormir com a televisão ligada. Uma opção é programar o aparelho para desligar sozinho (timer).

AR CONDICIONADO

•Ao instalar, proteja a parte externa do aparelho da incidência do sol, sem bloquear as grades de ventilação.
•Instale-o em local com boa circulação de ar.
•Mantenha portas e janelas fechadas quando o aparelho estiver funcionando.
•Não tape a saída de ar do aparelho.
•Evite o frio excessivo, regulando o termostato.
•Limpe sempre os filtros para não prejudicar a circulação de ar.
•Antes de comprar, avalie a opção do ventilador de teto para atender sua necessidade.

GELADEIRA

•Prefira os modelos com o Selo Procel de Economia de Energia.
•Coloque o aparelho em local ventilado, desencostado de paredes (mínimo 15 cm), longe do fogão, aquecedores ou áreas expostas ao sol.
•Guarde ou retire alimentos e bebidas de uma só vez. Evite abrir a porta por tempo prolongado. A entrada de ar quente faz o motor trabalhar mais.
•Arrume os alimentos de forma que você possa encontrá-los rapidamente.
•Não forre as prateleiras da geladeira com vidros ou plásticos. Isto dificulta a circulação interna de ar.
•Não guarde alimentos ou líquidos quentes.
•Descongele o freezer periodicamente para evitar que se forme camada de gelo com mais de meio centímetro.
•Conserve limpas as serpentinas (grades) de trás do aparelho e não as use para secar panos ou roupas.
•Quando se ausentar de casa por tempo prolongado, o ideal é esvaziar a geladeira e o freezer, e desligar da tomada.
•Mantenha as borrachas de vedação da porta em perfeito estado, evitando fuga de ar frio.
•Durante o inverno, regule o termostato para uma posição mínima.

* Cuidado com geladeiras velhas, pois o gás CFC pode vazar ameaçando a camada de ozônio.

FERRO ELÉTRICO

•Acumule sempre a maior quantidade de peças de roupa possível, para ligar o ferro o mínimo de vezes.
•Antes de ligar o ferro, retire as roupas do varal e separe as peças que não precisam ser passadas, como tecidos que não amassam.
•Passe primeiro as roupas delicadas que precisam de menos calor. No final, depois de desligar o ferro, aproveite ainda o seu calor para passar algumas roupas leves.
•Evite utilizar o ferro elétrico quando vários aparelhos estiverem ligados para evitar que a rede elétrica fique sobrecarregada.
•Não deixe o ferro ligado sem necessidade.

COMPUTADOR

•Não deixe impressoras e outros acessórios ligados sem necessidade.
•Configure o computador para que a tela do monitor seja desligada depois de um tempo de inatividade. Peça ajuda a um técnico de informática.

LÂMPADAS

•Evite acender lâmpadas durante o dia. Abra janelas, cortinas, persianas e deixe a luz do sol iluminar a casa.
•Na hora de comprar, dê preferência às lâmpadas fluorescentes compactas ou circulares. Elas iluminam melhor, duram de 5 a 10 vezes mais e gastam menos energia. Instale-as na cozinha, lavanderia e garagem e qualquer outro local que fique com as luzes acesas por mais de 4 horas por dia.
•Apague sempre as luzes ao sair de um cômodo.
•Paredes e tetos de cores claras refletem melhor a luz, reduzindo a necessidade de luz artificial.
•Utilize iluminação dirigida para leitura e trabalhos manuais.
•Tire o pó das lâmpadas elétricas.

MÁQUINA DE LAVAR ROUPAS

•Só ligue a máquina com a capacidade máxima de roupas indicada pelo fabricante. Economize água e energia.
•Mantenha o filtro sempre limpo.
•Use somente a dosagem correta de sabão, para não repetir o enxágüe.
•Secar as roupas no varal e não na secadora.

AQUECEDOR SOLAR

Uma excelente alternativa para economizar energia é o coletor solar utilizado para o aquecimento de água, geralmente colocado sobre o telhado das casas ou edifícios. A longo prazo, você poupará energia e dinheiro.

NO ATO DA COMPRA

Verifique se o produto tem o SELO PROCEL DE ECONOMIA DE ENERGIA que tem por objetivo orientar o consumidor, indicando os produtos que apresentam os melhores níveis de eficiência energética dentro de cada categoria como: geladeira, freezer, ar-condicionado, coletor solar, lâmpada fluorescente compacta e circular.
O PROCEL - Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica, também objetiva estimular a fabricação de produtos mais eficientes, contribuindo para a redução de impactos ambientais.
Já o Selo CONPET de Eficiência Energética é destinado aos equipamentos consumidores de derivados de petróleo ou de gás natural como fogões, fornos e aquecedores de água a gás.

LAR ECOLÓGICO

Edificações Sustentáveis - Arquitetos podem projetar construções ecológicas, utilizando: madeiras de reflorestamento, energia solar, reaproveitamento da água (principalmente para descargas no vaso sanitário), tecnologia para captação de chuva, camada de terra com vegetação para diminuir o aquecimento interno, sensores de presença para iluminação, ampla ventilação (janelas), tijolos de vidro e telhas translúcidas para aproveitar a luz natural etc. Árvores dão sombra e ajudam a refrescar a casa.

Energia é dinheiro. Não desperdice!!!

sábado, 3 de outubro de 2009

DIA DA ÁRVORE - 21 DE SETEMBRO







No dia 21 de setembro comemorou-se o Dia da Árvore. Data que não foi esquecida pelos alunos do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental da UNOPAR - Itumbiara.

Foi organizado pelos alunos e parceiros:
  • A confecção de faixas com mensagem sobre o tema;
  • Mudas de espécies nativas para adoção;
  • Visita de sensibilização às salas de aula onde foi levado como tema a importância da árvore para nossa sobrevivência;
  • Coleta de assinaturas para abaixo assinado a favor do reflorestamento e contra o desmatamento sem controle,

O realizado começou as 19:00hs e teve término ao fim das atividades da faculdade naquele dia. Foi um sucesso, pois-se garantiu voluntários para adoção de todas as mudas de espécie nativa que foram doadas pela secretária municipal de meio ambiente de itumbiara - SEMMAI.
Também foi coletado inumeras assinaturas para completar o abaixo assinado.

A receptividade dos alunos da faculdade foi surpreendente, pois muitos se preocupam com o destino do planeta e se comprometeram em plantar a ideia de preservar o meio ambiente.

Nós Alunos do Curso superior de Tecnologia em Gestão Ambiental, gostariamos de agradecer a todos que contribuiram e nos ajudaram...

Abraço a todos...














sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Preâmbulo da Carta da Terra


Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a humanidade deve escolher o seu futuro.
À medida que o mundo torna-se cada vez mais interdependente e frágil, o futuro enfrenta, ao mesmo tempo, grandes perigos e grandes promessas.
Para seguir adiante, devemos reconhecer que, no meio da uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum.

ATÉ ONDE IRÁ A HUMANIDADE?

PRECISAMOS REFLETIR
A Ilha das Flores

video
Tudo que vimos ainda faz parte da nossa realidade, podemos ver que com toda essa inovação do conhecimento, ainda temos povos se destruindo em torno do dinheiro, a gente vê pessoas que tem o encéfalo desenvolvido, que tem esquema de raciocínio perfeito sobrevivendo num mundo em que se vive comparados a porcos.
Esse filme ainda nos mostra o cenário econômico onde se vive muitas pessoas...